quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Resgatando a qualidade das escolas públicas

       
     Impossível comentar acerca da educação brasileira contemporânea sem remeter-nos à época de nossos pais, na qual as escolas privadas só eram necessárias para dar suporte àqueles alunos que apresentavam algum tipo de deficiência de aprendizado. Infelizmente, desde então, a qualidade do ensino público só vem decaindo, o que leva a maioria dos jovens a priorizar o ensino privado.
    A privatização dos setores da economia é uma das características inerentes do capitalismo. As empresas privadas de todo porte ainda permaneceram privatizadas, mas uma tendência contrária a essa característica capitalista nos faz esbarrar na necessidade de “desprivatizar” certos setores que estão mais fortemente ligados com o bem-estar da nação, e, portanto, não devem estar submetidos ao capital privado.
    Uma das conseqüências mais imediatas da “desprivatização” é a estabilização de um piso salarial igualitário para todos os profissionais ligados ao ensino, o que reduz desigualdades atualmente observadas. Com essa mudança, a desigualdade social tende a se extinguir uma vez que há uma maior convivência entre os vários níveis sociais e a padronização dos professores como funcionários públicos, tendo não somente um salário como também um emprego estável.




     

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